Alternativo | Música

Maranhense no Arte como Respiro

Site do Itaú Cultural exibe pocket shows de artistas de todas as regiões do Brasil; a maranhense Dicy se apresenta na segunda-feira (18)
15/01/2021
Maranhense no Arte como Respirodicy apresentará músicas autorais (Divulgação)

São Luís - De 15 a 31 de janeiro, sempre às 20h, o Itaú Cultural exibe a partir de hoje, em seu site www.itaucultural.org.br a programação de encerramento da edição de música do Festival Arte como Respiro. Ela reúne os últimos 51 artistas contemplados neste segmento, dentro da série de editais de emergência realizados pela instituição para apoiar artistas impactados pela suspensão social no contexto da pandemia do Covid-19.

Do Maranhão, foi selecionada a cantora Dicy que fará um show com os ritmos regionais do Maranhão e suas canções autorais “Baixada”, “Se cada dia cai” e “Tradição”.Ela será acompanhada nos teclado, guitarra, contrabaixo, edição e mix por João Simas; guitarra, teclado e programações, Master Thierry Castelo. A produção é de João Simas e Thierry Castelo.

Além do Maranhão, a programação contempla três pocket shows diários, de artistas de Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Compondo uma diversidade de ritmos como rock, rap, samba, jazz, forró, MPB e a música instrumental, cada performance, previamente gravada, permanece no ar por 24h para ceder lugar à próxima.

Começo
A programação do festival abre no dia 15 de janeiro, sexta-feira, com a banda Remobília. Formado pelo vocalista, André Gonzales, o compositor e flautista, Beto Mejía, o saxofonista, Esdras Nogueira, o guitarrista e baixista, Fernando Jatobá, e o tecladista, Gustavo Dreher, o grupo do Distrito Federal mostra a sua sonoridade regional e traz as experiências de seus trabalhos realizados em quase duas décadas de estrada.

No mesmo dia, a cantora baiana Josyara apresenta composições que trazem um olhar sensível sobre seu cotidiano e história, em performance com voz e violão. Para fechar a noite, também em versão acústica, o vocalista pernambucano Igor de Carvalho revela sua visão de mundo nas letras das músicas Samba de Todas as Crenças, Laço e Absurdo Ser Normal.

Vozmecê mostra suas composições que unem alegria, irreverência e reflexões sociais, unindo os ritmos do forró, da música popular brasileira e o rock alternativo, na noite seguinte, sábado, dia 16. Com participações especiais, o duo do Mato Grosso do Sul toca as canções Coisinha, Justiça e Movimento Espiral. Ainda no sábado, acontecem mais duas apresentações. A primeira é do cantor e compositor carioca Leo Middea; a outra fica por conta dos acordes e dedilhados de violão do mineiro Ângelo Scarpelli.

A programação de domingo, dia 17, inicia com o cantor alagoano Vitor Pirralho. Com a união entre o rap, batidas eletrônicas, elementos regionais e influências africanas e jamaicanas, ele mostra em suas canções uma miscelânea rítmica e temática com sotaque nordestino. Depois, com influência da música regional pernambucana e da poesia do sertão, Tonfil canta a capela suas canções autorais Ecos te mordam, Ciranda de Iemanjá e Vida em Marte Severina. A noite termina com o samba de raiz do compositor mineiro Bruno Cupertino. Ao lado do violonista Rafa Di Souza, ele canta suas músicas Bodas de Amor, Pra Oxum Bailar e Sambê.

Dia 18, segunda-feira, o compositor pernambucano Valdir Santos mostra suas referências do forró nordestino nas músicas Menino de barro, Ô de casa e Cantador de Coco. A programação segue com a brasiliense Fernanda Cabral. Com sólida carreira internacional, a cantora e compositora mostra, em voz e violão, suas canções Tatuagem Zen, Hora H dia D e Cerrado. O terceiro show da noite é da maranhense Dicyl

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