Política | Eleições 2022

Secretário de Educação pode disputar governo do estado nas próximas eleições

Após polêmicas nas eleições de 2020, nome de Felipe Camarão tem ganho força na sucessão do governador Flávio Dino em 2022
José Linhares Jr / Da Editoria de Política 16/12/2020 às 11h47
Secretário de Educação pode disputar governo do estado nas próximas eleiçõesFelipe Camarão pode ser alternativa para o governador Flávio Dino em 2022 (Reprodução)

SÃO LUÍS - A possibilidade de que o secretário estadual de Educação, Felipe Camarão (DEM), seja um dos postulantes ao cargo de governador do Maranhão nas próximas eleições tem crescido. Até mesmo um vídeo que coloca Camarão como melhor opção para o governador Flávio (PCdoB) Dino já circula na internet. Caso confirmado, Camarão será o terceiro nome disposto a enfrentar as urnas pelo governo do Maranhão. Já são dados como certos o senador Weverton Rocha (PDT) e do vice-governador Carlos Brandão (Republicanos).

Vídeo

A peça publicitária que coloca Camarão como melhor opção de escolha para sua sucessão é bem elaborada. Com uma toada de boi de Nina Rodrigues como música de fundo, a produção mostra porque o atual secretário estadual de Educação deve ser apoiado por Flávio Dino. A peça sugere, inclusive, que a sucessão no estado deve ser de “F para F”, de Flávio para Felipe.

Especialistas na gestão de redes sociais ouvidos por O Estado afirmam que a peça não é produto espontâneo. “Dá para perceber que foi elaborado, roteirizado de forma profissional. A mensagem, nitidamente, foi desenvolvida para chamar a atenção do governador”, disse o publicitário ouvido.

Polêmica

No período eleitoral, quando a base do governador Flávio Dino estava dividida entre seguir as ordens do comunista e apoiar Eduardo Braide (Podemos) na disputa por São Luís, Felipe Camarão fez uma série de publicações consideradas polêmicas na internet.

Primeiro ele usou um versículo bíblico. “Aquele que não está comigo é contra mim, e aquele que comigo não ajunta espalha.”. Posteriormente, o secretário publicou uma passagem de uma peça teatral. “No inferno os lugares mais quentes (ou mais profundos, em algumas traduções) são reservados àqueles que escolheram a neutralidade em tempo de crise”.

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