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Brasil tem 610 novas mortes por Covid-19 em 24 horas

De terça,3, para ontem, o país registrou 23.976 novos casos da doença, elevando o número de infectados pelo novo coronavírus para 5.590.025
05/11/2020
Brasil tem 610 novas mortes por Covid-19 em 24 horas Brasil se aproxima da marca de 5,6 milhões de infectados pelo novo coronavírus (Divulgação)

BRASÍLIA - O Ministério da Saúde divulgou ontem, 4, que o Brasil teve 610 novas mortes causadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. O número de óbitos subiu para 161.106 desde o início da pandemia. De terça,3, para ontem, o país registrou 23.976 novos casos da doença, elevando o número de infectados pelo novo coronavírus para 5.590.025.

O governo, por meio da AGU (Advocacia-Geral da União), afirmou ao STF(Supremo Tribunal Federal) que não pode comprar uma vacina para combater o coronavírus que ainda não tenha eficácia comprovada nem aprovação de órgãos reguladores.

A manifestação foi uma resposta ao pedido de esclarecimento feito pelo ministro Ricardo Lewandowski em duas ações de partidos de oposição que cobram apoio federal na compra da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

"A construção de uma casa começa pelo alicerce, não pelo telhado. Portanto, antes de mais nada, é preciso que exista uma vacina. É necessário ter em mente que a discussão sobre compra, distribuição e aplicação de uma vacina —inclusive no que se refere à eventual obrigatoriedade— pressupõe um elemento essencial, qual seja, a prévia existência da própria vacina, obviamente testada, comprovada e registrada na origem e na Anvisa", disse a AGU na manifestação.

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação. O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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