Estado Maior | COLUNA

Sinal de alerta

22/11/2018

A Prefeitura de São Luís, finalmente, se virou para a real possibilidade de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal. O alerta foi acionado após notícias de que o pedido já tinha seis assinaturas e outras já estavam na promessa de serem dadas. Diante disso, o secretário municipal de Articulação Política, Jota Pinto, foi a campo para conversar com os parlamentares.
A primeira ação foi chamar o vereador Antônio Garcês para que ele retirasse sua assinatura. O lógico seria ele nem ter assinado, já que pertence ao PTC, partido do pai do prefeito Edivaldo Júnior, o deputado Edivaldo Holanda. Com a retirada da assinatura, a estratégia é mostrar que o movimento pró-CPI começou a se dissipar.
Mas a aposta maior da gestão municipal é quanto a postura adotada pelo secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, que nunca se recusou a prestar esclarecimentos aos vereadores de São Luís. Segundo informou a coluna, Jota Pinto garante que o gestor da Semus já encaminhou expediente à Câmara de Vereadores se colocando à disposição para prestar todos os esclarecimentos sobre a pasta.
Apesar de toda essa disponibilidade, Lula Fylho e Jota Pinto sabem que não será suficiente somente esta estratégia. Os vereadores - principalmente os que apoiaram a reeleição de Edivaldo Júnior e eram vistos como da base - querem mais atenção e, principalmente, no que diz respeito à liberação das emendas parlamentares.
Por sinal, elas são o motivo maior para uma postura menos amistosa da Câmara com a Prefeitura de São Luís.
O fato é que o primeiro sinal foi a aprovação do Orçamento Impositivo. O sinal seguinte está sendo a CPI e o próximo sinal já está programo: o orçamento de 2019 ainda a ser votado.

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