Cidades | Descaso

Poeira e lama são alvos de queixas na Vila Magril

Problema é ocasionado pela falta de pavimentação asfáltica nas ruas da localidade
Daniel Júnior / O Estado27/09/2018
Poeira e lama são alvos de queixas na Vila MagrilNão há pavimentação, e com isso, a poeira é constante na Vila Magril (Vila Magril)

Moradores das ruas da Pedreira e do Rio, na Vila Magril, na zona rural de São Luís, exigem que a Prefeitura execute uma obra de pavimentação asfáltica na região. Em decorrência da falta desse serviço, a areia fofa das vias provoca muita poeira e, no período chuvoso, a localidade sofre com o lamaçal e os alagamentos. O cenário é de abandono total.

“Somos esquecidos pelo poder público. Como vocês veem, essas ruas precisam urgente de obras de pavimentação. Tinha muito mato aqui, conseguimos a limpeza, mas o que agora incomoda muito é a poeira e quando chove, o lamaçal que se forma. Não tem condições dignas de moradias aqui na Vila Magril. Nossa comunidade exige que os órgãos responsáveis deem um jeito”, exigiu Paulo César Silva.

Na esquina dessas ruas, há duas igrejas, uma da dominação Evangélica e outra da dominação Batista. Silva explica as dificuldades para os fieis poder assistir um culto. “Eu sou pastor da Batista e, quando realizamos cultos, percebemos a quantidade poeira que sobre aqui. Se fecharmos as portas e janelas, vamos ficar no calor. Então, o jeito é inalar a poeira, até que seja feito algum serviço”, finalizou.

“Tem que alguém fazer alguma coisa, porque não suportamos mais viver assim. Muita gente adoece, por causa dessa poeira e se locomover aqui durante período de chuva, é quase impossível. Vivemos em um lugar afastado do Centro, mas pagamos nossos impostos, assim como outras pessoas”, disse, indignado, Paulo Barbosa.

Sobre o problema relatado na reportagem, O Estado entrou em contato com a Prefeitura de São Luís, para obter um posicionamento, mas até o fechamento desta edição nenhuma resposta foi enviada.

SAIBA MAIS

O bairro da Vila Magril fica situado na Zona Rural de São Luís, em um local afastado do centro da capital. Os moradores vivem com pouco acesso a diversos serviços públicos, como saúde e educação. A insegurança reina na região, conforme alguns moradores revelaram a O Estado.

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