Política | Justiça

Desembargadores elegem José Joaquim Figueiredo novo presidente do TJ

Além do presidente, os magistrados escolheram Lourival Serejo para a vaga de vice-presidente e Marcelo Carvalho para corregedor
Carla Lima/Subeditora de Política04/10/2017 às 10h10
Desembargadores elegem José Joaquim Figueiredo novo presidente do TJJosé Joaquim recebeu maioria dos votos dos desembargadores e será o próximo presidente do TJ (Paulo Soares/O Estado)

Como vinha sendo desenhado, o desembargador José Joaquim Figueiredo foi eleito o novo presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ) para o biênio 2018/2019. Ele obteve 16 votos contra 10 votos a favor de sua concorrente, desembargadora Nelma Sarney. Houve ainda um voto branco.

Além da escolha do presidente, os desembargadores escolheram ainda o vice-presidente do tribunal. Estavam na disputa José Bernardo Rodrigues e Lourival Serejo. Acabou sendo escolhido Serejo com 18 votos contra 8 de seu concorrente.

Para corregedor foi eleito por 23 votos o desembargador Marcelo Carvalho. Ele disputou com a magistrada Maria das Graças que recebeu dois votos.

Após eleito, José Joaquim falou a respeito da disputa afirmando ter sido difícil devido as notícias que foram veiculadas. Ele disse ainda que não usará o cargo de presidente para perseguir sua adversária ou os demais desembargadores que votaram com Nelma Sarney.

O presidente eleito falou ainda que espera contar com a harmonia entre os poderes nos próximos dois anos de missão de comandar o TJ.

"Espero contar a ajuda do governador Flávio Dino e do presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho", disse.

Disputa - Pela tradição que vinha sendo cumprida, os desembargadores aclamavam para presidente do TJ o membro mais antigo. Foi assim nas últimas eleições. Por esse acordo de cavalheiros, a vez de presidir o tribunal era da desembargadora Nelma Sarney.

O acordo foi quebrado por José Joaquim, que estava na vez para ser corregedor-geral de Justiça, mas decidiu entrar na disputa pela presidência. Nos bastidores dessa disputa foi citado a influência do Palácio dos Leões para que o desembargador decidisse quebrar a tradição.

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