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Pergentino Holanda

02/03/2016

Comilões da Câmara
O site Congresso em Foco divulgou a lista dos deputados federais que mais mandam contas gastronômicas para a Câmara pagar e também dos que nada gastam. Dos maranhenses, não há nenhum entre os comilões.
Ou seja, dos que gastaram mais de 15 mil. Com menos desse teto constam os nomes de João Castelo (mais de R$ 13 mil), João Marcelo Souza (mais de R$ 10 mil) e Zé Carlos (mais de R$ 9 mil). Os demais caem pela metade. Ou menos.
Entre os que preferem pagar a comida do próprio bolso só há cinco. Por ordem alfabética são: Alberto Filho, Cleber Verde, José Reinaldo, Sarney Filho e Waldir Maranhão.
O campeão nacional da comilança é Rogério Peninha (PMDB-SC). Ele gastou no ano passado R$ 29.081,06 seguido de perto por Roberto Freire (PPS-SP), com R$ 28.917, 18. Só o que os dois comeram no ano daria para comprar algo em torno de 220 cestas básicas a preço de São Luís.

Era das cartas I
A minha geração muito bem sabe do prazer que era escrever uma carta a punho. Sobre uma folha de papel em branco, derramávamos um mar de sentimentos e revelávamos nossos desejos, saudades, angústias e tudo mais que coubesse em uma correspondência endereçada.
Um gesto simples, que começava no deslizar da caneta e, aos poucos, na junção das letras para formar as palavras, e destas, para formar as frases, as quais traduziam o nosso pensamento de uma maneira bastante interessante, em minha opinião. Ao final, dobrávamos cuidadosamente o papel e colocávamos dentro do envelope, fechando-o com cola.
Os apaixonados eram capazes de passar uma noite enluarada desenhando um poema em forma de carta. Ao longo de minha vida, escrevi diversas, sempre com a pena da poesia, como se pintasse um quadro de Marc Chegall, mas sempre acreditando que a seguinte sairia ainda melhor que a última escrita.

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